Grupo 7



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André Goretti(02)Guilherme Adler(14)Naíssa Cirqueira(32)Paola Saraiva(33)Rafaela Araujo(35)Raissa Abreu(37)Thalles Dias(39)

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História- O contexto histórico da Europa e do Brasil à época do surgimento do Modernismo


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Vanguardas e transformações intelectuais

Vanguarda, no sentido literal da palavra, é o termo militar para uma seleta tropa de soldados que vai à frente de todas as demais, abrindo caminho. É por causa dessa desta tão importante função dentro do militarismo, que os movimentos que aconteceram nas primeiras décadas do século XX receberam o nome de ‘vanguardas artísticas’. A expressão surgiu em 1860 na França, onde como forma de protesto, alguns artistas considerados ‘não- acadêmicos’ criaram um evento paralelo ao Salon de Paris. A partir desse marco a forma de arte foi se espalhando pela Europa, representando uma nova forma de arte, voltada totalmente para a individualidade do artista.
As vanguardas artísticas europeias representam importante marco na história da arte. Sua principal característica foi a de buscar novas formas expressivas ou até romper com que se vinha fazendo até então nas artes. Sua grande aspiração ao novo, ao moderno, ao diferente fez dessas vanguardas uma parte grandiosa da história da arte, além de inspiradora para os outros países e determinante para mudar a forma de pensar e agir da sociedade a partir de então. A influência das vanguardas europeias chega ao Brasil no início do século XX e tem seu ápice na Semana de Arte Moderna de 1922. Vários artistas e intelectuais brasileiros, querendo introduzir a vanguarda no Brasil, e os novos modos de se pensar a arte, começaram o desafio de transpor tais movimentos de uma forma que chamasse a atenção do público, para alcançar seus objetivos. Começava uma busca por uma nova identidade brasileira. A semana de arte moderna mostrou como uma forma de arte pode influenciar diretamente o olhar das pessoas sobre um povo.
O tema da modernidade é uma constante no Brasil e tem ocupado a intelectualidade em diferentes épocas. Trata-se de saber como estão os brasileiros em relação ao "mundo adiantado". No Brasil, a modernidade, frequentemente, é vista como algo que vem de fora e que deve ou ser admirado e adotado. A importação se dá por meio dos intelectuais que vão ao centro buscar as ideias e modelos lá vigentes, aclimatando-os num novo solo, que é a sociedade brasileira. A modernidade também se confunde com a ideia de contemporaneidade, uma vez que aderir a tudo que está em voga nos lugares adiantados é, muitas vezes, entendido como moderno.
O pensamento da intelectualidade brasileira tem oscilado no que diz respeito a estas questões. Assim, em certos momentos, a cultura brasileira é profundamente desvalorizada pelas elites, tomando-se em seu lugar a cultura europeia (ou mais recentemente a norte-americana) como modelo de modernidade a ser alcançada. Como reação, em outras épocas, nota-se que certas manifestações da cultura brasileira passam a ser profundamente valorizadas.
Pereira de Queiroz formulou a hipótese de que a difusão de um modo de vida burguês começou a ocorrer no Brasil aproximadamente a partir de 1820, muito antes de o país começar a se tornar industrializado. Este novo modo de vida diferenciou a população urbana não apenas de acordo com níveis econômicos, mas principalmente do ponto de vista cultural, já que os estratos superiores adotaram o requinte e o arremedo de vida intelectual como um símbolo de distinção. A partir deste período, a vida nas cidades mais ricas, quando comparada com a do campo, começou a se tornar muito diferente em qualquer nível social. Um processo inverso do que acaba de ser descrito ocorre mais tardiamente quando os intelectuais e as elites valorizam o que seria mais autenticamente brasileiro, valorizando a nossa cultura e a nossa literatura.
Isto coloca a questão de saber como o Brasil conciliará as características associadas à modernidade com o seu modo peculiar de ser.
À semelhança do que ocorreu em outros países latino-americanos, os intelectuais brasileiros de diferentes gerações preocuparam-se intensamente em saber se nos trópicos as características de racionalidade, associadas à modernidade, teriam validade ou se no seu país as coisas se dariam de uma forma menos racional e mais afetiva e pessoal. Assim, heróis brasileiros oscilam entre o Duque de Caxias, patrono do Exército Brasileiro e símbolo de alguém extremamente sério, e Macunaíma, herói sem nenhum caráter e preguiçoso de nascença. A dificuldade sempre foi conciliar as exigências da modernidade com o que há de peculiar ao Brasil. A cultura brasileira é construção híbrida feita através de diferentes apropriações criativas de coisas.
É provável que o que haja de peculiar à sociedade brasileira seja justamente sua capacidade de deglutir aqueles aspectos da modernidade que lhe interessam, transformando-a em algo adaptado à sua própria realidade, em que o moderno se articula ao tradicional, o racional ao afetivo, o individual ao pessoal.

Por: Thalles Eduardo Lima Dias (n° 39)

http://youtu.be/B0xv3AllPDU
Por: Guilherme Adler (14) com ajuda de Thalles Lima Dias (39)





Artes visuais-Fauvismo

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cabelos.png Fauvismo

Fauvismo ou fovismo foi um movimento artístico do começo do século XX, que buscou explorar expressividade das cores nas representações. A palavra fauvismo deriva de "fauve" (fera selvagem), exclamação feita pelo crítico Louis Vauxcelles perante a exposição de pintura do salão de Outono de 1905.No salão de Outono de 1905, um grupo de pintores se reuniu em uma mesma sala, dentre eles estava Dufy, Matisse e Vlamick. Na qual suas obras não seguiram as regras impressionistas na época, e seus quadros chamaram atenção pelo uso vibrante nas cores. Ao escrever uma crítica sobre este salão, Louis Vauxcelles comentou a ferocidade com que os artistas empregavam as cores e ao abandono das regras impressionistas na pintura, chamando então os artistas de "fauves", que significa selvagens. A denominação popularizou-se e ao ficar na história da arte, ficou conhecida como fauvismo ou fovismo.Para os artistas desse movimento, a ação não tem nada a ver com os sentimentos, revelavam apenas emoções e alegria e valorizavam uma espontaneidade da vida e sexualidade das obras. As pinturas não possuem um compromisso social político. Os artistas recusavam as regras tradicionais passando a usar a cor como fator primordial da pintura, para eles essas regras limitavam a criatividade dos artistas e então utilizava com grande ousadia cores violentas, evocando um mundo fantástico de emoção e cor. Fauvismo buscava estabelecer harmonia, tranquilidade e equilíbrio nas obras de arte.O fauvismo foi um período muito curto, porém seu estilo permaneceu por algum tempo e revolucionou a arte com cores vibrantes, formas simples e linhas vigorosas.
Por: Naíssa Cirqueira nº32



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(Retrato de Madame Matisse com uma Linha Verde, Henri Matisse, 1905)
  • Em “Retrato de Madame Matisse”, não temos uma mulher, mas uma pintura, que segue suas próprias regras, conforme a sensibilidade do artista. A obra é autônoma, não necessita imitar a aparência visual da realidade.
  • Os tons das cores são puros,sem misturas. Destaca-se a posição do verde e o vermelho. Outras cores complementares aparecem ao fundo e na roupa de Matisse.
  • O espaço do quadro se apresenta sem regras de perspectiva ou profundidade. Tudo está na superfície, vibrando com os tons puros.
  • As formas são simplificadas e a modelagem do rosto de Madame Matisse é bastante rudimentar, algo que caracteriza o quadro como fauvista, pois estes acreditavam na pintura intuitiva como o de uma criança
  • presença de linhas que contornam o as faces do rosto de Matisse e suas roupas.
  • A linha verde no meio da testa de Matisse é o que torna a obra curiosa, sendo a polemica de criticas à obra. essa linha divide a testa de Matisse ao meio, puxando as cores do lado direto para tons pasteis rosado e para o lado esquerdo mais amarelo e forte. É essa linha que equilibra a rosto,sem ela, as sobrancelhas e olhos escuros tornariam o retrato pesado.
(Paola Saraiva n°33)



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("A DANÇA" Henri Matisse,Rússia 1910)

  • Figuras humanas, o céu ao fundo e a terra formam um todo;

  • Uso mais intenso das cores, como o azul forte do céu, o verde da terra e o vermelho dos corpos;
  • Impressão de movimentos ao olhar para as pessoas que dançam entre o céu e a terra;
  • Ao olhar os pés e os braços parece continuar o movimento, como se estivessem girando em uma roda;
  • Buscam expressividade em cada cor;
  • Os braços das dançarinas criam um ritmo ondulado por toda a composição;
  • As mãos de dois personagens se soltam durante a dança, dando uma sensação de movimento;
Por: Naíssa Cirqueira nº32




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("Harmonia em vermelho" – 1908 Henri Matisse")

  • Na obra a toalha da mesa e a parede tem a mesma combinação da cor azul sobre o vermelho que distingue os planos horizontais e verticais;
  • Há uma linha fina que separa os dois planos horizontal e vertical;
  • As cores azul, verde e amarelo dão formas e conteúdos, já o vermelho faz o plano de fundo e harmoniza;
  • Há uma vista para o jardim através da janela, podendo ser encontradas árvores floridas;
  • Na obra há exuberância e exagero no mesmo ambiente;
  • A casa ao longe segue os mesmos tons presentes no interior da sala,se relacionando com o resto do quadro;
  • Tanto a mesa quanto as paredes no quadro constituem-se como um fundo quase plano;
  • Toda a superfície está harmonizada em um padrão vibrante de cor pura;
Por: Naissa Cirqueira nº32





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("CABELOS" Georges Braque)

  • Pincelada violenta, espontânea e definitiva.
  • Ausência de ar livre.
  • Colorido brutal, pretendendo a sensação física da cor que é subjetiva, não correspondendo à realidade.
  • Autonomização completa do real.
  • Uso exclusivo das cores puras, como saem das bisnagas.
  • Pintura por manchas largas, formando grandes planos.






Artes cênicas – Expressionismo




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O SILÊNCIO DA ESCURIDÃO - FILMEhttps://www.youtube.com/watch?v=pz1K5e5Prdc&feature=youtu.be


Poema ode ao burguês/expressionistahttps://www.youtube.com/watch?v=vsy1BqjVWUM&feature=youtu.be
A intenção da organização do vídeo foi mostrar a evolução do ódio do eu lírico pelo burguês, sendo que a cada passo as cenas apresentaram
um novo elemento que contribui para o entendimento final. Com a evolução das cenas pode-se perceber a entrada de novos elementos do teatro expressionista, que foram representados no vídeo pelas janelas distorcidas e iluminação a partir de luz e sombra que deram origem a personagens com maquiagem sombria e rodeados pelo sentimento de angústia.







Música – Neoclassicismo

O neoclassicismo na música, diferentemente das outras artes, se encontra principalmente no período de 1920 a 1950, com características de tentar reviver a música tonal e as suas formas convencionais, em busca do belo dos séculos anteriores, principalmente do século XVIII, contrastando com as obras do modernismo. Um dos grandes compositores da época foi Stravinski que, com sua obra "Puccinella", trouxe o movimento à tona com outros compositores que também desenvolveram mais o movimento neoclássico. Para os neoclassicistas, a humanidade era "tonal" e "diatônica", com texturas suaves e leves, e músicas absolutas, ou seja, que é a música por si própria, sem nenhuma referência externa a ela. Uma obra que representa bem o estilo é a "sinfonia nº 1 de Prokofieu", composta nos anos de 1916 e 1917, que lembra o estilo de Mozart em suas obras de modo renovado. Um grande exemplo brasileiro da música neoclássica é a obra de Villa-lobos "As Bachianas", a qual traz a mesma ideia das outras obras.Umas das características desse movimento foi que a orquestra era bem completa, porém não havia o exagero na quantidade de músicos como nas obras Românticas, havia uma inspiração nas estruturas das obras Barrocas, tornando-se uma música mais simplificada e homofônica. O músico desse movimento adquiriu uma liberdade abrangente que tornou a obra neoclássica uma forma de acompanhar a histórias narradas e interpretadas em palco. O neoclassicismo é, de maneira abrangente, uma reação às inovações do modernismo alemão da primeira etapa do século XX, como se o músico neoclássico temesse um fim desastroso na música, sem uma rica percepção melódica e estrutural.

Por: André Goretti(2) e Raíssa Abreu(37)

L' Histoire du Soldat(1918)


A obra é de uma peça de Teatro que integra a música, a narração e a dança. Stravinsky utilizou um narrador, uma bailarina que irá dança Ragtime, tango e valsa. Notando-se também a diminuição da orquestra, composta por dois instrumentos por naipe:
violino e contrabaixo das cordas, clarinete e fagote das madeiras, trompete e trombone dos metais e percussão, um pouco como uma pequena orquestra de jazz. Foi nessa época que o jazz começou a popularizar-se. A tensão dos ritmos de jazz inspirou o compositor e manifesta-se no grande dinamismo dos tempos e contratempos que marcam de forma inconfundível a sua obra. Com todos esse recursos, essa é uma das obras mais irônicas De Igor Stravinsky. A composição faz referência a participação da Rússia na Guerra, assim o violino e o tambor representam mais que música. Os instrumentos também representam os personagens, como as gargalhadas do diabo, por exemplo.

https://www.youtube.com/watch?v=fC8KLmdzN1g


Primeira parte da obra:


https://www.youtube.com/watch?v=7rFJ_u4ZhkE


Por: Raíssa Abreu(37)

Pulccinella-Stravinski (1919-1920)


Nessa obra podemos observar a expressão de calma e de beleza de um modo sem muita expressão, o belo mais acudido mas sem deixar de ser alegre, sendo ela, como descreve o movimento, uma musica absoluta, que é ela por ela mesma.

sinfonia nº 1- Prokofiev (1916-1917)


Essa sinfonia, em relação a Pulccinella, sem percebe um trabalho mais desenvolvido e com mais características do período clássico, mas mantendo a estética do belo sem muita emoção grande.

Bachianas nº 4-Villa-lobos (1930-1942)


Um dos mais belos exemplos de musica neoclássica brasileira, enfatizando mais o belo de um modo calmo, lento e entrando de um modo crescente, ficando cada vez mais grandiosos, forte e voltando para o belo e calmo, um dos mais lentos de todas as bachianas.


Por: André Goretti nº 02





Literatura- Semana de Arte Moderna e Futurismo


Texto dissertativo-argumentativo-expositivo sobre o que foi a Semana de ArteModerna e sua importância para o projeto literáriodo Modernismo brasileiro (1ª fase)

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“A Semana de Arte Moderna não criou uma escola de arte, e com regras, não impôs uma técnica, não formulou um código, mas formou uma consciência, um movimento libertador a integrar nosso pensamento, nossa arte, nossa paisagem, no espírito de nossa autêntica brasilidade.”Menotti Del Picchia


Em 1922 seria comemorado os 100 anos de independência brasileira, entretanto o lado artístico e cultural ainda não tinha obtido sua independência, em termos de autenticidade da mentalidade, ou seja, da capacidade de grandes inovações. A Semana de Arte Moderna foi o marco para ruptura com a Cultura Clássica Acadêmica Europeia, para criação de uma arte propriamente brasileira, tendo por base as Vanguardas Europeias e consequentemente, para “atualizar” a mentalidade nacional que em comparação com a mentalidade crítica dos europeus estava inerte acerca dos acontecimentos no Brasil e no Mundo do Século XX, sendo que na Europa os movimentos Vanguardistas emergiam e novas vertentes eram criadas.


A semana de Arte Moderna ocorreu em fevereiro de 1922 no Teatro de São Paulo, com intenção de influenciar o público paulista que seria mais acessível às futuras mudanças. Entretanto havia o interesse em tirar o foco artístico do Rio de Janeiro para São Paulo que viria a ser o centro do Modernismo Brasileiro, o que interessou os cafeicultores a ajudar a financiar o evento. Dessa forma, o evento acoplaria todas as artes por uma única intenção, a de modificar arte para resurgir mudanças também em outros campos, como o político e o social. Assim, inicialmente Di Cavalcanti idealizou o evento e Oswald de Andrade, Anita Malfatti, Manuel Bandeira, Tarsila do Amaral, Menotti Del Picchia e Graça Aranha se uniram para organizar o evento.

Alguns desses artistas já haviam sofrido críticas antes da realização do evento com suas exposições individuais, mas foi devido à crítica feita por Monteiro Lobato em seu artigo na “Folha de São Paulo” à Anita Malfatti, que promoveu ainda mais a união dos jovens artistas levando-os a discutir a necessidade de divulgar o evento, pois a crítica atingia a todos aqueles que utilizavam estilos que rompiam com as tradições. Nessa crítica, Monteiro comparou Anita e seus companheiros artistas com os loucos dos manicômios dizendo que “A única diferença reside em que nos manicômios esta arte é sincera, produto ilógico de cérebros transtornados pelas mais estranhas psicoses; (...) fora deles, nas exposições públicas (...) não há sinceridade, nem nenhuma lógica (...)”.

A exposição foi programada para ocorrer em dias alternados para que houvesse uma maior repercussão e curiosidade entre as pessoas e a mídia, e para que os brasileiros pudessem refletir sobre a lógica e a intenção dos artistas. No 1º dia, 13 de fevereiro, foram apresentadas pinturas e esculturas, no 2º dia, 15 de fevereiro, foram recitadas e expostas poesias e literatura, as quais foram vaiadas devido à indignação da ilógica poesia que estava sendo apresentada em comparação a poesia da época, como foi o caso do poema “Os Sapos”, de Manuel Bandeira. Por fim, no 3º dia, 17 de fevereiro formam apresentadas obras Musicais. Em uma apresentação de Villa Lobos, ele estava de Chinelo em um é, e o público vaiou por ter considerado uma atitude desrespeitosa e futurista.

A vaia significou que o público não se conformou, reagiu às provocações, não considerou normal aquele mundo não idealizado e criticando as situações expostas, assim estariam criticando a Realidade ali presente da mesma forma que as obras criticavam as Realidades ali presentes no público, no Brasil, no Mundo. Já é o início de uma mentalidade crítica, como Henri Marinetti intitulou, em seu Manifesto Futurista, que era necessário o público vaiar como sendo um movimento contrário da plateia para que fizessem parte da crítica, da obra, do MODERNISMO.

O evento deu início a Primeira Fase do movimento Modernista Brasileiro em que buscava difundir ideias e fortalecer o movimento, não se afixando às críticas. Foi um período de arte agressiva e irônica em relação à arte tradicional vigente anteriormente no Brasil. Foi um período de uso de paródias, piadas, sarcasmos e a necessidade de fazer nacionalismo crítico. Oswald publica o manifesto do Pau-Brasil, propondo a redescoberta do país, mas utilizando uma linguagem no nível Internacional, tal que a arte fosse como o Pau-Brasil a ser exportada. Com um teor mais político, Oswald escreve o Manifesto Antropofágico, que procuraria “devorar” a arte europeia, “digerindo-a” e aplicando-a para uma arte tipicamente brasileira e primitiva, aumentando maior uso da cultura folclórica no movimento Modernista.




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Vídeos Relacionados
https://www.youtube.com/watch?v=_4g1j59AhEw
https://www.youtube.com/watch?v=LdO_ebONK9I
https://www.youtube.com/watch?v=W4AuqIwCXX4

Artigo Interessantíssimohttp://agora.unimontes.br/ppesquisa/revistas/ruc/index.php/unicientifica/article/view/354

Por: Raissa Abreu Gomes(nº 37)

Vale a pena conferir!

editorial da Folha de S.Paulo no dia 15 de maio de 1978
http://almanaque.folha.uol.com.br/semana22.htm


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Apresentação do Poema "Ode ao burguês" de Mario de Andrade

Apresentação do vídeo ODE AO BURGUÊS
https://www.youtube.com/watch?v=DiXmKBcjedk&feature=youtu.be
(Por Paola Saraiva nº33)



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Ode ao Burguês
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Humor Cartum A burguesia sofre Carlos Latuff_thumb[3].jpg








Análise do poema "Ode ao burguês"

O poema "Ode ao burguês", de Mário de Andrade, apresenta um conjunto de características tipicamente modernistas. Do ponto de vista formal, os versos livres, as estrofes heterogêneas e uma linguagem coloquial, marcada pela irreverência, agressividade e um humor que "detona" os burgueses, explicam até mesmo o título do poema. Além disso, também apresenta características do Dadaísmo, pois, assim como vemos no poema, a intenção dessa vanguarda é menosprezar os valores da burguesia.
O poeta insulta o burguês, denominado como homem comum, com medo de tudo, não ousa, não questiona, é conformista, não vive de fato, não sai do seu conforto. O homem cujo grande sonho naquele tempo era se casar, ter dois ou três filhos, um carro, um cachorro, e ficar a vida inteira em um emprego seguro, para, no fim, aposentar-se e esperar resignadamente seu fim: não visavam nada além do que uma vida assim.
Ode é uma composição poética do gênero lírico que se divide em estrofes simétricas. Mas nesse poema não vem dessa forma, ele usa esse termo ironizando-o, fazendo "Ode" virar um termo que se traduz em ódio. Esse poema faz críticas de forma forte a burguesia e a aristocracia paulista.A obra caracteriza uma fase do Modernismo marcada pelo empenho na destruição de um passado literário político e cultural que mantinha a sociedade brasileira cheia de modelos e comportamentos. Ironizando os burgueses, Mário de Andrade, em sua rebeldia social encontra correspondência estilística, por exemplo, no lugar de adjetivos são usados substantivos com função adjetiva ("homem-curva", "homem-nádegas"). O Futurismo preconizava o abandono do adjetivo e da pontuação regular.
Por: Thalles Dias (n° 39)


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Swifts Paths Of Movement Dynamic Sequences, Giacomo Balla, 2010.



Obra Futurista que nos permite comparar o movimento Futurista na arte com a velocidade, a agressividade, a movimentação, dinamicidade, muitas informações em uma cena só, assim como o poema "Ode ao Burguês".
Por: Raissa Abreu(37)

Relação da música "Geração Coca-Cola" com o poema "Ode ao burgês"










“Ode ao Burguês” é um poema de Mário de Andrade que causou polêmica em sua época, no qual Mário de Andrade expõe sua revolta contra o burguês do seu tempo e faz uma crítica à estrutura social. Já a música “Geração Coca-Cola” foi composta pelo cantor Renato Russo, em que expressa a angústia e revolta contra a sociedade, que se deixa ser dominada pelas convenções pré-estabelecidas da burguesia, citada como exemplo a norte-americana, na música “Geração Coca-Cola”. Dessa forma, a visão do eu lírico no poema de Mário de Andrade se relaciona com a música do poeta musical, Renato Russo, tecendo revoltas e linguagens revolucionárias, afim de alterar o que está errado e inerte, como os Burgueses despreocupados com seus dependentes no "Ode ao Burguês", diferentes dos burgueses da música de Renato Russo, que são revolucionários com intenções de modificar a qualidade e eficiência do Governo , como no verso "Vamos fazer nosso dever de casa, E aí então vocês vão ver, Suas crianças derrubando reis, Fazer comédia no cinema com as suas leis."



Por:Naíssa Cirqueira (nº32)


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música "cidadão" Zé Ramalhohttps://www.youtube.com/watch?v=ynJFDntp8rA






Bibliografias :
http://www.brasilescola.com/artes/fauvismo.htm
http://www.suapesquisa.com/artesliteratura/fauvismo.htm
http://www.slideshare.net/benjoinohistoria/histria-da-arte-fauvismo
http://www.suapesquisa.com/artesliteratura/semana22/
http://semana-arte-moderna.info/
http://almanaque.folha.uol.com.br/semana22.htm
http://cassioletras.blogspot.com.br/2011/07/as-cinco-vanguardas-europeias.html
http://www.horizonte.unam.mx/brasil/mario4.html
http://univesptv.cmais.com.br
http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0102-88392001000200002
http://auladeartee.blogspot.com.br/2012_08_01_archive.html
http://guiadoestudante.abril.com.br/estudar/literatura/vanguardas-europeias-resumo-dicas-questao-comentada-598933.shtml
http://www.pinturasemtela.com.br/obras-apresentadas-na-semana-da-arte-moderna-de-1922/
http://agora.unimontes.br/ppesquisa/revistas/ruc/index.php/unicientifica/article/view/354
http://pt.wikipedia.org/wiki/Semana_de_Arte_Moderna
http://www.suapesquisa.com/artesliteratura/semana22/
http://laurocampos.org.br/2012/03/os-bastidores-da-semana-de-arte-moderna-de-1922/