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Primeira parte


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Vídeo - contexto histórico



As vanguardas, que trouxeram mudanças em diversos aspectos da sociedade, surgiram na Europa e tinham o intuito de romper com os padrões estabelecidos e com as tradições do século XIX. O início do século XX foi marcado por uma “febre” de novas invenções e novas correntes de pensamento, dentre as quais podemos citar o positivismo de Comte, o Darwinismo Social e a Psicanálise de Freud. A Revolução Industrial, que já havia provocado transformações radicais, continuava a exercer forte influência sobre a sociedade. A vida cotidiana começava a sofrer o impacto dos novos recursos de comunicação, graças às invenções como o telégrafo, o telefone e o rádio.

O homem mostrava que, tanto quanto tinha capacidade de criar e inovar, era capaz de gerar imensa destruição. Em 1914, eclodiu a Grande Guerra, ou I Grande Guerra Mundial, como resultado de vários fatores que se acumularam (como por exemplo, disputas imperialistas) e tiveram seu estopim com o assassinato do Arquiduque Austro-húngaro Francisco Ferdinando. A guerra trouxe consigo uma imensurável instabilidade no mundo tudo, além de causar medo e descontentamento.

No Brasil, o contexto inicial era de uma fortalecida economia do café e de uma forte dominação por oligarquias rurais. O panorama social não era nada tranquilo, com diversas manifestações populares, dentre as quais podemos destacar a Revolta de Canudos, a Revolta da Vacina e a Revolta da Chibata. A política do “café-com-leite”, ilustrada pelo eixo São Paulo/Minas Gerais (é importante ressaltar que não é uma política exclusiva desses dois polos, tendo a participação, por exemplo, do Rio Grande do Sul) gerava grande insatisfação, desencadeando formas de protesto como o Movimento Tenentista, o qual teve sua a primeira ação em julho de 1922, mesmo ano da Semana de Arte Moderna. Foi a Revolta dos 18 do Forte de Copacabana, considerada o estopim das demais revoltas do movimento. Não se pode afirmar que este tenha gerado consequências imediatas, mas pode ser relacionado ao declínio da República Velha alguns anos depois.

Nesse cenário de inquietações e questionamentos é promovido um evento que foi um marco na arte brasileira: a Semana da Arte Moderna, que contradizia, através das obras artísticas expostas, o academicismo e a erudição.




Segunda parte



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A1 - ARTES VISUAIS


Futurismo

Fortemente influenciado pelo “Manifesto Futurista”, do poeta e escritor italiano Filippo Tommaso Marinetti, o Futurismo surge em 1909, marcado pelo grande louvor ao progresso e uma revolução nas formas de expressão. Foi uma época de rompimento definitivo com a tradição. Neste movimento de vanguarda criou-se muito barulho, polêmica e pouca literatura (as principais manifestações ocorreram na poesia italiana).

Os adeptos repudiavam fortemente o passado e propuseram a destruição de bibliotecas, museus e monumentos históricos.

Faziam forte crítica ao cubismo, principal influência do futurismo, considerando-o um movimento com estaticidade, ou seja, muito parado, sem dinâmica, totalmente oposto à velocidade.

Na pintura, exaltavam o futuro e sobretudo a velocidade, que se tornou conhecida e objeto de admiração no processo de industrialização das cidades. Para os artistas não importava a representação de um corpo em movimento, mas sim o próprio movimento, dessa forma, o caráter naturalista e tradicional foi sendo abandonado. Não só na pintura como na escultura, as linhas retas e curvas e cores que sugeriam velocidade ganharam destaque.



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Painel feito pelo grupo sobre o Futurismo


Análise das obras
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Dinamismo de um automóvel, Luigi Russolo

É explorada a principal característica futurística, o dinamismo, com traços e pequenas deformações. É perceptível também elementos geométricos e cores vivas para enfatizar o movimento. Para Balla, a ideia de movimento e o sentido moderno da velocidade, fundamentais na poética do Futurismo, era obtido pelo uso repetido de detalhes e pela dissociação cromática, tornando a pintura abstrata ao criar uma rede de linhas padronizadas, trajetórias que descrevem o movimento dos corpos no espaço.



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Dinamismo do cachorro na coleira, Giàcomo Balla

Nesta obra, a ideia é a velocidade do cachorro. Foi usada a maneira de expressar movimento, pela repetição de formas, de contornos semelhantes em diferentes posições no espaço, sugerindo também uma fragmentação do elemento. O sentido de movimento desse quadro é criado por formas simples, umas inteiramente sólidas e outras que parecem feitas de ar, obtendo também harmonia de cor que aspiram a uma ideia de simultaneidade.


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Ruídos da rua invadem a casa, Umberto Boccioni

Está mais associada aos princípios do Cubismo, um forte cubismo dinamizado, expressando segmentação e sobreposição de imagens. Fortes traços diagonais e cores claras, exaltando o dinâmico. Há formas desordenadas e caóticas espalhas pela imagem que possui também fragmentação na relação figura/fundo.



B1 - ARTES CÊNICAS

Releitura do cartaz do filme alemão "Metrópolis", produzido em 1927 pelo cineasta austríaco Fritz Lang.

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C1 - ARTES MUSICAIS


Neoclassicismo

Ocorrido entre as últimas décadas do século XVIII e as primeiras do século XIX, o neoclassicismo caracterizou-se como uma forte reação ao romantismo tardio. “Neo” significa “novo”, assim, “neoclássico” significa “novo clássico”, que retomou particularidades do período clássico e reelaborou estilos, formas e/ou técnicas próprias de períodos anteriores ao romantismo do século XIX, porém, sem deixar de acrescentar características bem próprias do século XX, do modernismo.

As principais características do neoclassicismo na música são: clareza de linhas e texturas; abstenção de emoções intensas; uso da tocata, da passacaglia, do concerto grosso, as formas de fuga e os artifícios do ostinato; modulações repentinas; harmonias ousadas; uso da politonalidade; texturas frequentemente polifônicas; as orquestras tornam-se menores e os instrumentos fazem forte contraste de timbre; prioridade aos instrumentos de sopro e percussão.


1 - Análise da Sonata para piano, Stravinsky
LINK: Sonata para piano
A Sonata para piano, de Igor Stravinsky, foi escrita em 1924 e pertence ao conjunto de obras que marcaram a produção neoclássica do compositor.
Neste período o autor fazia muito uso do piano como instrumento de percussão e a ausência da utilização de instrumentos de corda, com o objetivo de evitar referências às sonoridades das obras do período romântico.
A Sonata para piano possui três movimentos e, curiosamente, não emprega a forma sonata.
“Eu dei esse título sem, no entanto, me referir ao sentido clássico que nós encontramos em Clementi, Haydn ou Mozart, o qual ( como é geralmente conhecido) é condicionado pelo uso do conhecido Allegro de sonata. Eu empreguei o termo sonata em sua concepção original, sendo derivado de sonare, em oposição a cantare, e sua derivação cantata. Consequentemente eu não me senti restringido a forma que se tornou comum desde o final do século dezoito” STRAVINSKY
Percebe-se o caráter neoclassicista da obra logo no primeiro movimento: a apresentação inicial da Sonata se dá por duas linhas melódicas idênticas, espaçadas na distância de duas oitavas, que nos faz lembrar da introdução da Sonata “Appassionata” de Beethoven. Observa-se também relação direta com o caráter polifônico das composições de Bach, principalmente “As Invenções a duas vozes”. Há também presença de baixo-contínuo, característica fundamental do Barroco.
Como o período neoclássico sempre apresenta algo novo, Stravinsky imprimiu em sua Sonata para piano a técnica que ficou conhecida como “Stravinskianismo”, que consiste na sobreposição de estruturas contrastantes.

2 - Análise do Capriccio para piano e orquestra, Stravinsky

LINK: Cappricio para piano e orquestra

Após o sucesso de seu Concerto para piano, em 1924, Stravinsky sente a necessidade de escrever uma nova obra para piano e orquestra, então, entre 1928 e 1929, ele cria “Capriccio para piano e orquestra”.
Iniciou a composição da peça e a chamou de allegro capriccioso, mas mais tarde, este se tonou o último movimento da peça, porém foi o responsável pela titulação da obra: Capriccio.
Não apresenta forma específica, sujeitando-se a maior liberdade formal.
“Eu tinha em mente a definição de capriccio dada por Praetorius, famosa autoridade no século XVIII. Seu significado é sinônimo de fantasia, sendo uma forma livre feita de passagens instrumentais em fugato” STRAVINSKY
Há aproximação direta com a música de Tchaikovsk, de obras antigas de Stravinsky e de Carl Maria Von Weber. Há predominância de referências ao estilo romântico.
A classificação da obra em “neoclassicista” se confirma porque a música em questão é menos fragmentada e interrompida, cujas quebras e misturas de estilo praticamente desaparecem, dando lugar a uma linguagem mais orgânica e contínua. Tais mudanças representam mudança significativa nas composições neoclássicas do autor e influenciam suas obras seguintes.
Capriccio apresenta três movimentos e sua forma é tratada mais livremente, porém é possível observar que ela se faz bastante coesa e equilibrada. O que conecta uma seção à outra é a oposição entre elementos estruturais: a linguagem não se desenrola pelo desenvolvimento de elementos temáticos, mas sim pela justaposição de idéias musicais que se contrastam em seus parâmetros, outro traço bastante neoclássico.

3 - Análise da ópera O Amor das Três Laranjas, Prokofiev


LINK: O amor das Três laranjas


A ópera “O Amor das Três Laranjas” é a personificação do modernismo. Foi criada em 1919, por Sergei Prokofiev, para um libreto, sendo que este era baseado na peça teatral L'Amore delle tre melarancede, de Carlo Gozzi, que por sua vez era baseado no conto de fadas italiano homônimo, escrito por Giambattista Basile. Um tanto abusurda, a história se caracteriza-se como um bom exemplo de surrealismo, devido ao seu contexto ideológico. Em relação à música, a obra se classifica como uma ópera e esta é uma de suas características neoclássicas, principalmente porque no período clássico as óperas tiveram grande destaque. Durante a encenação, o príncipe ri, porém não é qualquer risada: é uma clara alusão ao ritmo da quinta sinfonia de Beethoven! O título se dá ao fato de o príncipe, ao ser enfeitiçado por uma bruxa, se apaixona por três laranjas. Assim como o autor, a ópera tem como língua-mãe o russo, porém foi estreada em 30 de dezembro de 1921, na Casa de Óperas de Chicago, sob condução do próprio Prokofiev, em francês. Possui quatro atos e dez cenas.





Terceira parte



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A Semana de Arte Moderna foi um evento artístico e cultural idealizada pelo pintor Emiliano Di Cavalcanti juntamente com outros artistas. Aconteceu em São Paulo, no Teatro Municipal em 3 dias entre 11 e 18 de fevereiro de 1922. A proposta era disseminar a arte moderna no Brasil e o seu caráter anti-tradicional, que rompe com as características normativas, eruditas e equilibradas de outras escolas literárias e movimentos artísticos.


Os artistas brasileiros estavam à procura de uma arte essencialmente brasileira, com o intuito de criar uma identidade própria e de se expressar livremente. Para isso, utilizaram como influência as vanguardas europeias, que também participaram do movimento modernista na Europa, como por exemplo: o Cubismo, o Futurismo, o Fauvismo e o Expressionismo. Estes inspiraram as artes plásticas, bem como as artes cênicas, a literatura, a música e a arquitetura.


Vários artistas brasileiros aderiram ao movimento e colocaram em exposição suas obras, entre elas estão: as esculturas do italiano Vitor Brecheret, as pinturas criticadas por Monteiro Lobato de Anita Malfatti, as aquarelas de Di Cavalcante, as melodias com instrumentos populares e tambores de Heitor Villa-Lobos, as poesias marcadas por oralidades e versos brancos e livres de Oswald de Andrade (considerado a alma do modernismo), os livros modernos de Mário de Andrade, o poema Os Sapos de Manoel Bandeira (foi declamado por Ronald de Carvalho, já que o autor não participou do evento, e foi considerado um dos marcos da semana), entre muitas outras obras.


O modernismo teve um impacte forte na Literatura brasileira, rompendo com todas as regras anteriormente seguidas. A nova regra é não seguir regras. Eram constantemente usados, na poesia, versos brancos e livres, sem o ritmo e sem a métrica tradicional. Os textos costumavam retratar a vida cotidiana das pessoas simples, usando a oralidade, expressões populares e usualmente afrontavam o normativo ao desrespeitar alguns aspectos da gramática.


A Semana de Arte Moderna de 1922 chocou e horrorizou os tradicionais da elite paulista, recebendo muitas vaias e críticas. Todavia, para o moderno, a vaia era sinônima de sucesso, pois o objetivo do evento era romper com os padrões e mexer com os eruditos.


Com o tempo, o episódio desencadeou em várias correntes modernistas, entre elas: o Movimento Pau-Brasil, o Movimento Verde-Amarelo e Grupo da Anta, assim como o Movimento Antropofágico. O principal legado da semana foi libertar a cultura brasileira dos padrões europeus e iniciar um processo de formação de uma identidade nacional exclusivamente brasileira.





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Escrito por: Oswald de Andrade. (Imagem editada pelo grupo. Todos os direitos reservados)



Vídeo - Pronominais





Ao estabelecer uma comparação entre o primeiro e o último verso, que representam, respectivamente, a linguagem normativa e a língua efetivamente falada pelo povo, o eu lírico evidencia a diversidade do uso da língua em função da situação comunicativa (seja ela formal ou informal).

O poema, ao valorizar a linguagem popular, defende a ideia básica de que não é necessário o uso da norma culta para que sejamos compreendidos em nosso cotidiano; ele busca mostrar que as duas formas de expressão dizem absolutamente a mesma coisa, e nesse sentido (comunicação) a língua do povo é a mesma que a do “bom falante”, que obedece a todas as regras gramaticais.

Além disso, é possível ressaltar a abordagem feita da fala coloquial, do uso comum da língua, como um fator de aproximação, união, entre os falantes. Em contraponto, o uso erudito é visto como uma forma de distanciamento por seu caráter “elitizante”, rejeitado pelo falante intuitivo (“o bom negro e o bom branco da Nação Brasileira”), o que é evidenciado através do verso “Deixa disso camarada”.

No âmbito gramatical, algumas características modernistas/vanguardistas que podem ser notadas no texto acima são: marcas de oralidade na escrita (“Me dá um cigarro”), o emprego de versos brancos (sem rimas), a forma irregular de composição (versos livres - sem métrica) e a ausência de pontuação.



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Escrito por: Oswald de Andrade (Imagem editada pelo grupo. Todos os direitos reservados).


Vídeo - Vício na fala



Pode-se depreender do poema “Vício na Fala” que a ideia de defesa do coloquialismo linguístico,está, mais especificamente, na defesa dos falantes do português “sem arcaísmos”. Estes, mesmo não seguindo exatamente normas gramaticais, ainda assim contribuem para a formação de um país, o que podemos perceber pelo verso “E vão construindo telhados”.

Ao longo dos cinco versos, o eu lírico contrapõe a forma popular e a forma culta de vocábulos da língua portuguesa. Por meio de um esquema anafórico da preposição “para” e da elipse dos verbos, ele vai aos poucos aproximando esses dois registros da língua, que, de fato, estão, no dia a dia, convivendo lado a lado.

A tendência das pessoas, ao falar, é simplificar a língua. Com o tempo, essa simplificação passa a fazer parte do cotidiano, o que não é sinal de ignorância ou de falta de cultura. Se a língua utilizada pelo falante pode ser compreendida enquanto mensagem, por que não se aceita com tranquilidade esta forma de falar?

É possível perceber que o problema não está na escolha de “teiado”, por exemplo, mas na diferença que existe entre os que enunciam as duas formas da mesma palavra. São diferentes, já a partir da língua utilizada por eles, e tem prestígio social os que enunciam a forma “telhado”, em detrimento dos que usam “teiado”.

Essa é a mensagem passada pelo eu lírico, que revela o conflito social existente entre as variedades de uma mesma língua e que, ao mesmo tempo, esse confronto social se estende à relação língua/fala.

O poema rebela-se contra uma espécie de “racismo linguístico” pela diferença de línguas dentro de uma mesma língua, diferença que, por muitas vezes, segrega. Há a necessidade de uma ética linguística que caracteriza-se pela aceitação do fato de a diversidade linguística, neste caso, existir dentro de uma mesma língua.





Referências Bibliográficas

Primeira parte:

http://www.historia.seed.pr.gov.br/modules/conteudo/conteudo.php?conteudo=280
http://alissongss.comunidades.net/index.php?pagina=1391884950
http://www.10emtudo.com.br/aula/ensino/modernismo_no_brasil_%E2%80%93_contexto_historico/
http://www.mundoeducacao.com/literatura/modernismomomento-historico-primeira-fase.htm
http://verveliteraria.blogspot.com.br/2009/02/modernismo-contexto-historico.html
http://educacao.globo.com/literatura/assunto/movimentos-literarios/modernismo.html
http://www.meggapress.com/2012/07/pre-modernismo-e-contexto-historico.html
http://portugues-fcr.blogspot.com.br/2010/09/primeiro-modernismo-contexto-historico.html
+ Anotações feitas no caderno;

Segunda parte:
1. Artes Visuais
http://www.cfh.ufsc.br/~magno/futurismo_pessoa.htm
http://www.historiadaarte.com.br/linha/futurismo.html
http://comunicacionvisual.tumblr.com/post/13107516872/elementos-dinamicos-de-uma-imagem-dinamismo-de-um
http://www.suapesquisa.com/artesliteratura/futurismo.htm
http://futurismo6e.blogspot.com.br/2008/10/obras-futuristas.html?m=1
http://www.infoescola.com/artes/futurismo/
http://www.historiadetudo.com/futurismo.html
http://tudosobreofuturismo.blogspot.com.br/
http://www.ebah.com.br/content/ABAAAfJKoAK/historia-arte-futurismo
+ Slides do portal marista;
+ Livro didático de Artes Visuais;
+ Anotações feitas no caderno;

2. Artes Musicais
http://albertoviana.net/classicos/historia/mod07.htm
http://pt-br.mouse.wikia.com/wiki/7-_Neoclassicismo_ou_Arcadismo
http://musicacomhistoria.blogspot.com.br/
http://artecomceliaferrer.blogspot.com.br/2011/05/arte-neoclassica.html
http://www.historianet.com.br/conteudo/default.aspx?codigo=382
http://pt.scribd.com/doc/28408596/Neoclassicismo
http://valiteratura.blogspot.com.br/2011/01/neoclassicismo-arte-revolucionaria.html
http://pt.wikipedia.org/wiki/O_Amor_das_Tr%C3%AAs_Laranjas
http://onb1c.blogspot.com.br/2010/11/o-neoclassicismo-brasileiro.html
http://books.google.com.br/books?id=zU9ZQJMnR30C&pg=PA62&lpg=PA62&dq=o+que+foi+neoclassicismo+na+musica&source=bl&ots=i3U8Z8ycpz&sig=j14g_0Un-zHGhjoVnBIaqmHz34c&hl=pt-BR&sa=X&ei=wYFUU7TqNNSssQSThoBQ&redir_esc=y#v=onepage&q=o%20que%20foi%20neoclassicismo%20na%20musica&f=false
http://acervodigital.unesp.br/handle/123456789/57838
http://www.anppom.com.br/anais/anaiscongresso_anppom_2007/teoria_e_analise/teorana_LVazzoler_EZampronha.pdf
http://en.wikipedia.org/wiki/Piano_Sonata_(Stravinsky)
http://en.wikipedia.org/wiki/Capriccio_for_Piano_and_Orchestra
+ Livro didático de Artes Musicais;
+ Anotações feitas no caderno;

Terceira parte:
1. Texto sobre a Semana de Arte Moderna
http://www.suapesquisa.com/artesliteratura/semana22/
http://oglobo.globo.com/infograficos/semana_arte_moderna/
http://almanaque.folha.uol.com.br/semana22.htm
http://www.infoescola.com/artes/semana-de-arte-moderna/
+ Livro didático de Artes Visuais e Português;
+ Anotações feitas no caderno;

2.1. Análise "Pronominais"
http://infolaboratorio.blogspot.com.br/2010/11/pronominais-de-oswald-de-andrade-um.html
http://professoramarialucia.wordpress.com/2010/08/05/pronominais/
http://www.zemoleza.com.br/carreiras/30138-poema-pronominais-oswald-de-andarde.html#gsc.tab=0
http://amigonerd.net/sociais-aplicadas/letras/poema-pronominais-oswald-de-andarde
http://www.portugues.com.br/literatura/oswald-andrade---modernista-revolucionario-.html
http://www.literaturabrasileira.net/index.php?option=com_content&view=article&id=82:pau-brasil-oswald-de-andrade&catid=16:todos&Itemid=28
http://bazardecultura.blogspot.com.br/2010/10/pronominais-um-poema-de-oswald-de.html
http://www.limacoelho.jor.br/index.php/Pronominais-e-outros-poemas-de-Oswald-de-Andrade/
+ Anotações feitas no caderno;

2.2. Análise "Vício na fala"
http://www.literaturaemfoco.com/?p=2016
http://opiniaojovem.wordpress.com/2013/05/21/anlise-de-vicio-na-fala-oswaldo-de-andrade/
http://mundo-sem-limites.blogspot.com.br/2012/05/vicio-na-fala.html
http://pt.scribd.com/doc/192529376/ANALISE-DO-POEMA-VICIO-NA-FALA
http://atocadaspalavras.blogspot.com.br/2013/04/poema-vicio-na-fala-autor-oswald-de.html
http://www.portaldeperiodicos.unisul.br/index.php/Linguagem_Discurso/article/view/187
http://www.revistaaopedaletra.net/volumes/Volume%2012.1/Vol-12-1-Rodrigo-Correa-Martins.pdf
http://www.uesc.br/eventos/selipeanais/anais/silvanaaraujo.pdf

Grupo: Amanda Castilho (02), Marcela Leal (27), Natália Amorim (31), Sara Bandeira (38) e Thaís Calmon (40).