Grupo 1:
Camila Ornelas - 05
João Pedro Alves - 16
João Marcus - 13
Juliana Padula - 20
Luísa Araújo - 25
Rômulo Tokatjian - 35

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Artes Cênicas

Fonte: http://www.japagirl.com.br/blog/tag/a-bela-e-a-fera/
http://www.nostalgiabr.com/desenho/belaeafera/bela-e-fera07.jpeg

Tendo como base o filme de Cocteau, surrealista, A Bela e a Fera, fizemos uma análise de uma cena do filme, comparando vários elementos surrealistas a partir de encenações com integrantes do grupo. Um dos mais importantes elementos surrealistas que podemos ver no filme são candelabros com as bases de mãos humanas, como no vídeo, interpretamos de uma forma mais imaginária. O portão se abre sozinho, e estátuas se movem. Poucas vezes o cinema conseguiu transpor uma fantasia tão bem como Cocteau com sua Bela e a Fera, além disso, camas se desarrumam sozinhas, braços saem da mesa e servem refeições.

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Artes Visuais

O dadaísmo foi um movimento artístico da chamada vanguarda artística moderna iniciado em Zurique, em 1916, durante a Primeira Guerra Mundial, protestava contra a loucura e a guerra, não confiava na razão e na ordem estabelecida, cultivavam. Além de pregar a anti-arte, denunciavam e escandalizavam, queriam acordar a imaginação.




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Ready-made-peças prontas a usar.

Os dadaístas queriam criar uma arte que
rompesse com o conceito artístico burguês
e não se enquadrasse em nenhuma tradição
e etiqueta da história da arte. Protestavam
contra a ignorância e a vaidade humana
- obrigavam as pessoas a refletirem e mudarem
de mentalidade.


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. Cultivavam o absurdo
. Escandalizar
. Queriam acordar a imaginação-crtiatividade


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. Anti- artistico, literario e politico
. A favor da anarquia, da imperfeicao, e da contradição
. Expressionismo acreditava na arte, o dadaismo rejeitava
essa nocao
. O gesto e mais importante que a obra.


Fonte:
http://www.infoescola.com/artes/dadaismo/

Música


- Música expressionista caracteriza-se pela emotividade intensa, dissonâncias extremas, melodias ásperas e angulosas, podendo ser atonal, dodecafônica ou serial. Assim como nas outras manifestações artísticas expressionistas, o compositor deposita em sua música seus sentimentos mais profundos, extremos e desesperados, dando à obra um caráter exagerado e soturno.
https://www.youtube.com/watch?v=i0j7QCnQmd8
https://www.youtube.com/watch?v=i0j7QCnQmd8
- Arnold Schoenberg,Gurrelieder.

Gurre-Lieder (Canções de Gurre) é um ciclo de canções composto por Arnold Schönberg no início da sua carreira. Este é um oratório com canções para cinco vozes, narrador, coros e orquestra. A obra foi feita em duas partes a primeira não teve influencia do dodecafonismo e foi terminada em 1901 a segunda em 1911, ambas diferem completamente no estilo mostrando a evolução de Schonberg para a dodecafônica.

HYPERLINK "https://www.youtube.com/watch?v=VuP0SExoojQ" https://www.youtube.com/watch?v=VuP0SExoojQ - Arnold Schönberg - A Survivor from Warsaw Op. 46

É um oratório para voz recitante, coro masculino e orquestra escrito pelo compositoraustríaco Arnold Schönberg em 1947. A obra foi composta em estilo dodecafônico. Embora seja definida como um oratório, sua duração é muito breve: entre 6 e 7 minutos. É considerada por muitos críticos uma das mais importantes obras musicais dedicadas ao holocausto.

HYPERLINK "https://www.youtube.com/watch?v=J5sVtO3ygXE" https://www.youtube.com/watch?v=J5sVtO3ygXE - Passacaglia op.1 (1908)

Orquestra escrita por Anton Webern em 1908, ele foi discípulo de Arnold Schonberg. Estudou musicologia com Guido Adler e composição com Arnold Schönberg, escrevendo sua Passacaglia op. 1 como peça de graduação em 1908.Musica para ser tocada por uma orquestra, a obra é atonal, dodecafônica e serialista. Anton é admirado entre os músicos pós-modernos pelas inovações rítmicas, timbrísticas e dinâmicas que formaram o estilo musical conhecido como serialismo.

Português



Na década de 1920, o Brasil apresentava um cenário turbulento, devido aos avanços promovidos pelas ordens capitalistas. Nos dias 13, 14 e 15 de fevereiro o Teatro Municipal de São Paulo foi o palco da SAM ( Semana de Arte Moderna ) cujo objetivo era atualizar a arte brasileira e colocá-la no mesmo patamar da arte européia. Está semana foi associada a um terremoto, pois conturbou todo o Brasil da época. Os artistas usaram usaram as vanguardas para realizar a ruptura com o normativo, culto erudito e o choque. Oswald combinou vaias para chamar atenção da imprensa e da sociedade, com isso, Oswald fugiu do normativo que são as palmas e trouxe as vaias com uma forma de inovacão. Com o cenário de independência e renovação profunda marcando o desgosto e decepção com o passado. Na SAM tiveram dois manifestos: o Manifesto Pau-Brasil onde o mulato e o negro são temas de estudo, inspiracão e exemplo, o primitivismo é a fonte de beleza, os modernistas destacaram as manifestações pouco contaminadas pelo branco, identificaram e louvaram as novas raízes. Manifesto Antropofágico foi criado por Oswald de Andrade propunha a absorção de outras culturas e uma revisão do que nos foi imposto por anos, adapitariamos ao nosso jeito o que fosse importante para o Brasil e descartaríamos o que não tivesse valor. Assim, formaríamos a verdadeira identidade do Brasil e nos libertaríamos da obrigatoriedade de seguir os europeus. A SAM era para ocorrer em uma semana, mas devido ao sucesso ela ocorreu em apenas três, pois teve um grande impacto na sociedade e não precisou passar de três dias, alcaçando seu objetivo.
Artistas que participaran da SAM:
- Oswald: alma da SAM;
- Mário: estudo teórico ( autor de Macunaíma);
- Manuel Bandeira: apesar de não ter ido a SAM, devido ao seu respeito pela tradição, seu poema "Os Sapos" teve extrema importância, devido a sua critica aos parnasianos;
- Tarcila do Amaral: não foi pois estava viajando e tinha medo que Monteiro Lobato (seu marido) a criticasse ferozmente;
- Anita Malfatti: decidiu participar apesar das criticas de Lobato;
- Monteiro Lobato: não concordava com a SAM, pois era extremamente brasileirista, portanto, decidiu não participar.
- Vila Lobos: entra no palco calçando chinelos, causando impacto aos olhos das sociedade.



História


O final do século XIX e o início do século XX foram marcados por uma reforma na sociedade por um todo. A Primeira Guerra Mundial destruiu a Europa e fez com que a civilização tivesse que repensar seu modo de viver e daí, consequentemente, vieram as Vanguardas Européias. O velho continente não suportava mais o estilo de vida anterior, a sociedade européia, até mesmo antes da Primeira Guerra, já se alimentava com um espírito de renovação, o momento agora era de introspeção, de olhar para si, de recolher os próprios caos, subjetividade. As Vanguardas surgiram e se fortaleceram nesse ambiente, aonde tinha sua característica mais forte de criticar e negar tudo que se referia ao passado, consequentemente fazendo uma exaltação exagerada de tudo que se apresentava como novo. Entretanto, no poema, podemos perceber a angústia do autor para romper com o tradicional, com as mesmas regras, procurando então, a subjetividade, fugir do passado, do tradicional, defendendo um lirismo libertador, tendo assim total relação com as Vanguardas Européias.


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Análise Crítica
  • O poema pode ser dividido em duas grandes partes: Primeira parte - é uma crítica aos elementos normativos. Segunda parte- defesa do lirismo expontâneo.
  • O poema tem vínculos com a estética modernista.
  • Critíca a estrutura fixa dos poemas (defende o verso livrismo).
  • Prega a plena liberdade na criação poética, defendendo um lirismo libertador.
  • A poética é um verdadeiro manifesto.
  • Ironiza elementos esteriotipados de estéticas anteriores (escolas literárias anteriores).
  • Disponível em: < www.glamourliterario.blogspot.com.br > .
  • Acesso em: 04 de abril de 2014.