GRUPO 1 - 3º ANO A



Arthur Lima - 3
Estêvão Córdova - 9
Gabríel Alves - 10
Luiz Felipe Mennich(Líder) - 29
Thiago Assis - 42

Parte 1
HISTÓRIA

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Parte 2

VISUAIS

VANGUARDA: Dadaísmo

Antes de mais nada é impossível falar do Dadaísmo sem falar do Marcel Duchamp que foi um grande representante do movimento.Teve influência do Impressionismo, Futurismo e Cubismo. O dadaísmo é uma corrente filosófica onde foi feita para negar tudo e todos, simplesmente a arte pela arte. Sua influência do anarquismo é notável, confirmando assim o seu propósito de quebra de conceitos e sentidos.

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A imagem acima mostra a quebra de paradigmas no qual o Dadá se propõe. A junção de dois objetos que tem a sua função em um novo totalmente original e que denota um novo sentido para a nova estrutura.

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O objeto criado tem uma nova função em que a liberdade criativa do Dadaísta propõe . A falta de lógica e a simplicidade são caraterísticas marcantes do Dadaísmo.


Parte 3

CÊNICAS

VANGUARDA : Expressionismo

O Expressionismo nasce na Alemanha no ano de 1909 com a característica de chocar os espectadores tendo muita influencia de Nietzche, Schopenhauer e Karl Max. O teatro tem como característica parecer amador forte uso de luz e sombra,quebra de linearidade, interpretação exagerada.

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  • Linhas tortas
  • Interpretação exacerbada

  • Luz e Sombra

  • Expressões exageradas

  • Pessimismo

  • Morte


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Parte 4===

Música

VANGUARDA: Futurismo


Futurismo na música:
•Eu repudio o título (do maestro) como o sinal da mediocridade e na ignorancia.” (Pratella)
•A principal contribuição dos futuristas para a música foi o ruído
•Os futuristas introduziram os ruídos em suas composições, postas para acabar com as limitaçoes aos timbres e ruidos
•Os músicos Futuristas acreditaram que antes de tudo a música deve expressar a alma da sociedade para que foi composta.
•Russolo criou o manifesto a arte dos ruídos, falando sobre a incorporação de sons como estouros, explosões, sussurros, sons de materias como a madeira e o metal, vozes de animais e de homens, gritos, gemidos… Os ritmos que indicou eram infinitos, mas havia sempre um elemento rítmico preliminar a uma parte.
•O futurismo foi bastante influenciado pela revoluçao industrial , uma vez que tenta reproduzir na música sons como os dos automóveis, dos trens, dos navios, e dos aviões.







Parte 5


Português

Obra:
‘‘O Japonês” Anita Malfatti
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POEMA: Poética – Manuel Bandera
Estou farto do lirismo comedido

Do lirismo bem comportado

Do lirismo funcionário público com livro de ponto expediente

protocolo e manifestações de apreço ao Sr. diretor.

Estou farto do lirismo que pára e vai averiguar no dicionário

o cunho vernáculo de um vocábulo.

Abaixo os puristas

Todas as palavras sobretudo os barbarismos universais

Todas as construções sobretudo as sintaxes de exceção

Todos os ritmos sobretudo os inumeráveis

Estou farto do lirismo namorador

Político

Raquítico

Sifilítico

De todo lirismo que capitula ao que quer que seja

fora de si mesmo

De resto não é lirismo

Será contabilidade tabela de co-senos secretário do amante

exemplar com cem modelos de cartas e as diferentes

maneiras de agradar às mulheres, etc

Quero antes o lirismo dos loucos

O lirismo dos bêbedos

O lirismo difícil e pungente dos bêbedos

O lirismo dos clowns de Shakespeare



- Não quero mais saber do lirismo que não é libertação.


CARACTERÍSTICAS DO POEMA:

-liberdade forma, com versos livres

-vocabulário usado pelo povo sem as regras da gramatica

-postura critica frente aos valores sociais, em especialà elite burguesa

-valorização da cultura popular


A Semana de Arte Moderna de 1922, realizada em São Paulo, no Teatro Municipal, de 11 a 18 de fevereiro, teve como principal propósito renovar, transformar o contexto artístico e cultural urbano, tanto na literatura, quanto nas artes plásticas, na arquitetura e na música.Mudar, subverter uma produção artística, criar uma arte essencialmente brasileira, embora em sintonia com as novas tendências europeias, essa era basicamente a intenção dos modernistas.
Durante uma semana a cidade entrou em plena ebulição cultural, sob a inspiração de novas linguagens, de experiências artísticas, de uma liberdade criadora sem igual, com o consequente rompimento com o passado. Novos conceitos foram difundidos e despontaram talentos como os de Mário e Oswald de Andrade na literatura, Víctor Brecheret na escultura e Anita Malfatti na pintura. O movimento modernista eclodiu em um contexto repleto de agitações políticas, sociais, econômicas e culturais.
Em meio a este redemoinho histórico surgiram as vanguardas artísticas e linguagens liberadas de regras e de disciplinas. A Semana, como toda inovação, não foi bem acolhida pelos tradicionais paulistas, e a crítica não poupou esforços para destruir suas idéias, em plena vigência da República Velha, encabeçada por oligarcas do café e da política conservadora que então dominava o cenário brasileiro. A elite, habituada aos modelos estéticos europeus mais arcaicos, sentiu-se violentada em sua sensibilidade e afrontada em suas preferências artísticas.